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MOC: VPLR I

Esta é a minha participação para a 3ª prova do I Concurso Space 0937.

VPLR I (Vehicle Powered by Lunar Regolith) foi a primeira experiência da comunidade lunar para aproveitamento do regolito lunar como combustível. O objectivo seria criar um veículo para chegar pelo menos à órbita lunar utilizando maioritariamente como combustível o barato e vulgar regolito lunar.

A maior parte do VPLR I é ocupada por um grande tanque central repleto de regolito. A baixa combustão do regolito leva a necessidade de tanques de grande capacidade. Os tanques laterais servem para transportar outros combustíveis necessários para a combustão do regolito. A cápsula superior é destacável e autónoma tanto em Zero-G como na alunagem controlada.

A viagem experimental foi um sucesso, mas não no objectivo pretendido. A combustão do regolito revelou-se demasiado lenta para impelir o VPLR para cima.. no entanto pulverizou as rochas que constituam a base. O VPLR I mudou assim de função tornando-se na mais barata tuneladora lunar. Com a utilização intensiva do VPLR I foi possível construir a primeira base subterrânea lunar poupando imensos recursos e tempo!!

MOC: Ai se eu te apanho!! (O Em Antes)

Esta é a minha participação para a segunda prova do I Concurso Space 0937!

Foi na gloriosa manhã do dia 10 de Junho (Dia de Camões, de Portugal e da Raça) que o intrépido espaçonauta português, António Silva, hasteou a bandeira portuguesa em novos territórios. A veia nacional cumpre assim mais uma vez a sua tradição colonialista levando os saberes portugueses além fronteiras.
Esse feito foi conseguido após a espantosa viagem a bordo da Oliveira S.(1) até ao estéril planeta GLUP que terminou com António Silva utilizando a sua experiência numa ousada aterragem que provocou uma onda de espanto que percorreu a superfície do mundo todo. O povo português espalhado pelos territórios nacionais, bradou e aplaudiu em uníssono mais um feito dos Novos Descobrimentos Portugueses.
Nas manobras de aterragem, o nosso corajoso herói, António Silva, avistou um pequeno casebre, concerteza fruto das mãos inábeis do indígenas locais. No intuito de dar a conhecer os prodigiosos conhecimentos da representativa cultura portuguesa, o nosso audaz espaçonauta António Silva dirige-se ao casebre para assim concretizar o primeiro contato com uma civilização extra-terrestrial!

(1) Espaçonave construída na Lisnave e equipada com os potentes e conhecidos motores espaciais Carina E170 da empresa familiar Veículos Casal de Aveiro!

O que será que está do outro lado desta porta!?

O resto da história já é conhecido..

(por favor, entendam o texto apenas como uma mensagem de época)