-ItheNews:
“Fogo, o carreca ficou nervoso!!
Coitados, dizem ter 6000 pessoas (como se fosse possivel!) e acham que tem o maior evento ao lado de eventos com 20000 pessoas!
É triste a vossa atitude infantil, mas bem, nestas ocassioes em que há eventos cheios á pinha e outros em Paredes de Coura as moscas é que se vé quem são os melhores! E definitivamente vosses NÃO O SÃO!!!
As realidades custam ouvir:)”
ItheNews: Adoro-te! MESMO!
Obrigado pelos teus comentários, eles fazem que o meu dia seja mais animado e colorido!
Se ainda pensas que chateias as pessoas, esquece isso. És um fraco e um recalcado à espera que alguém te dê conversa para te sentires importante e engordares à pala disso, mesmo com esse feitiozinho todo, ADORO-TE e convido-te para tomarmos um café perto de um paraíso qualquer!
E agora vou-te deixar ler um excerto retirado de um post que não foi feito por mim, mas foi feito por uma pessoa que eu sigo há muitos anos e que te vai deixar perto da loucura ou da insanidade.
Vai-te deixar literalmente F*DIDO porque retrata perfeitamente quem tu és, um verdadeiro TROLL… um bocadinho frustrado vá, mas já fazes parte da família deles. Espero que mesmo assim sejas bem acolhido!

“Caros colegas bloggers e restante malta geek, com certeza já ouviram falar do mandamento Don´t feed the troll. Não devemos alimentar o troll, ou seja, não devemos dar-lhe conversa porque no fundo é isso que ele quer, blá blá blá, etc etc etc. Estamos fartinhos de ouvir inúmeras variações deste tema, portanto também quero propor a minha: em vez de nos recusarmos a alimentar o troll, deixamo-lo de água na boca. Misturar água e boca de troll origina uma substância esbranquiçada conhecida como baba.
Como fazê-lo babar? É simples: a primeira vez que o troll comentar e arrear a sua bombinha de mau cheiro, deixamos passar o comentário. Depois respondemos de forma a provocá-lo ainda mais, se possível ridicularizá-lo; quando o troll ler a nossa resposta e começar a babar-se para o teclado, julgando que irá chafurdar na merda com o autor do blogue, como era a sua intenção inicial, moderamos-lhes os comentários e enviamo-los para o limbo do Akismet [Nota aos não-geeks: ferramenta anti-spam do WordPress].
Um blogue com visitas dá ao blogger o poder de ser escutado – esse poder que o troll cobiça da mesma forma que o Gollum cobiçava o Anel. A esse terrível poder juntamos-lhe, para piorar as coisas, o poder de o silenciar quando ele não está à espera. Um troll está sempre preparado para a rejeição – faz parte do jogo. O que não está preparado é para a impossibilidade de responder quando é provocado.
Eu sei do que estou a falar. Sempre que provoco um troll e lhe corto o pio a seguir, vejo-o a escrever sete ou oito comentários de seguida, cada vez mais frustrado: alguns são tão estúpidos que nem percebem que já estão a ser moderados e desatam a carregar nos bonequinhos dos smileys, pensando que é uma falha do browser (a maior parte usa Internet Explorer 6, embora se diga que dois ou três mais sofisticados já conseguiram actualizar para o 7 – boatos que carecem ainda de confirmação.)
Gosto de imaginar que pelo menos um desses trolls que esbarrou no Bitaites nestes últimos três anos acabou a noite a dar marteladas no monitor e que aquilo explodiu tudo como se fosse um teledisco dos ZZ Top. E que esse troll tinha por hábito navegar com as colunas de som ligadas, claro.”
Obrigado Marco pelo excelente trabalho que tens feito sobre trolls.
Excerto do post Retirado do Bitaites.

Estamos a chegar ao mês de Julho e como é hábito, a Comunidade 0937 irá organizar mais uma edição do concurso Grande Jogo.




































